terça-feira, 25 de março de 2014

#eunaomeenvergonhodoevangelho 2

1 comentários
Evangelizar? Pra quê?
Buscar perdidos? Não. Temos achados de montão na rede.
E os fracos como ficam? Na mesma é claro. São fracos, são bestas!
Evangelho, evangelismo, é velho o compromisso evacuado da razão de levar o pecador a salvação.

Hashtag é mais fácil, ponho um vídeo na net e resolvo os problemas da humaninet. Humaninet?! É.

Pessoas vidradas, fissuradas, presas e enraizadas na grande rede de computadores que domina a mente e o coração, a mensagem hashtag arrasta gente de montão. Arrasta para o nada de lugar algum.
Em nome de Deus eu falo! Seja o abençoado! O Evangelho defendo, mas não fazendo mershandising, defendo o Evangelho usando a Palavra que nunca acaba e nem perece, busca aqueles que padece em ruas estradas e vielas, mas também os da elite que os pobres desgraça!
Falando, dizendo, pregando e ditando um ritmo da essência da pureza real, séria e verdadeira.
O pulo do gato e a cama de gato armam uma cilada do jogo brincado do desafio instaurado.
Rica pobreza, manejo vergonhoso, com espada não treinou e não tem resistência, por isso, menos de dez minutos aguenta o combate com o oponente que insiste e resiste contrariando e envergonhando o que não tem habilidade. Falta coragem, o sono bate e os olhos pesam, as pálpebras caem, as janelas fecham. Cansado, exausto, fraco, esguio, mesmo com fome dorme em sono profundo porque não tem interesse no alimento.
Esgrima. Treino. Habilidade. Delicadeza e coragem. Que luta acirrada. O oponente se apresenta, mostra sua espada toda cinzenta. Dormiu no treino, vergonhosa é sua postura, parece um zumbi com um cano de aço na mão. Desengonçado, torto, não tem habilidade!
O outro atleta e esgrimista tem a delicadeza de uma garça, não empunha uma arma, parece mais um artista inspirado a firmar seus pinceis prontos para uma nova obra de arte fazer.
Lutem!
o oponente da espada cinzenta corre como desesperado em direção ao adversário que se desvencilha e vira espetacularmente, e começa sua cirurgia. Com a ponta de sua espada finíssima e lindíssima toca na medula do adversário. a espada entra e paralisa o oponente. Caiu! Morreu! gritaram os espectadores, mas em sete segundos o ferido se levanta e onde foi tocado abre-se um corte cirúrgico e de lá despontam duas asas. O ferido ressurge e agora não luta mais contra o que o feriu, porque aquela espada o deu uma nova vida. A dor produziu vida! Produziu asas.
Palavra dada pela verdade dói, mas a ferida que ela provoca é para a vida.

Érick Freire
Escritor e Pedagogo

One Response so far.

  1. Muito bom, gostei!

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